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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Católicos franceses reagem contra presença de grupos satânicos em festa rock.

Fonte: http://www.ipco.org.br/home/noticias/catolicos-franceses-reagem-contra-presenca-de-grupos-satanicos-em-festa-rock

A notícia vem da França, onde os católicos franceses estão mobilizados contra a influência de grupos satânicos em um festival de rock, que deve realizar-se entre os dias 18 a 20 de junho, na bela cidade medieval de Clisson, perto de Nantes.




O festival, que tem o nome alemão de “Hellfest” – que significa “Festa do Inferno” - reúne desde 2006 grupos musicais ditos de “rock metal” mas também alguns grupos roqueiros afiliados ao satanismo, que lançam brados de ódio à Deus, à Religião e pregam a violência. Os mais radicais, como o grupo “Impaled Nazarenne”, exaltam “Satã, meu senhor…” e outros como o grupo “Haemorrhage” incitam a que sejam “derrubados os anjos do Céu” e a que “se violem as freiras, se enforquem os padres e se degolem os cristãos”.



Entre outras associações, a entidade de leigos católicos “Avenir de la Culture” lançou uma petição protestando contra a realização do festival, em mensagem dirigida ao ministro da Cultura, Frédéric Mitterrand que, em uma escandalosa declaração, defendeu a “Festa do Inferno” alegando que se trata de “uma expressão artística” que tem seu lugar numa “diversidade cultural” e cuja “riqueza” impõe respeito.



“Avenir de la Culture” mobiliza os seus aderentes para se insurgirem “com indignação” contra a inconcebível defesa do ministro da Cultura à “Festa do Inferno”, no “contexto de uma ofensiva anticristã” por que passa atualmente a França. A entidade lembra que um tribunal do país condenou recentemente um grupo “black metal” que, em março de 2009, promoveu atos de vandalismos e incêndios em 12 edifícios religiosos na região de Finistère.



A proliferação de atos de ódio à Fé católica fez com que grupos de católicos criassem em 2003 uma página de internet (www.indignations.org) para registrar as profanações, vandalismos e atos de ódio contra símbolos religiosos e contra a fé cristã. Quem visita este site fica aterrado pela expressiva documentação de centenas de atos violentos contra igrejas, capelas e cemitérios.



Para “Avenir de la Culture”, a “Festa do inferno” de 2010 abre-se num contexto de uma França que sofre uma onda anticristã, ou mais claramente, de uma maré de “cristofobia”.

sábado, 7 de agosto de 2010

Deputada brasileira afirma: “Nasci depois de um estupro. Não posso ser a favor do aborto!”

Deputada cuja mãe optou por não abortar hoje se dedica à defesa da vida.


BRASILIA, 20 Mai. 10 / 05:40 pm (ACI).- A Deputada Fátima Pelaes durante reunião que aprovou o Estatuto do Nascituro na Comissão de Seguridade e Família, na última quarta-feira, 19, comoveu os deputados na Comissão de Seguridade e Família que aprovou o texto substitutivo deste projeto ao compartilhar que ela mesma foi concebida depois de uma violação e ainda assim sua mãe optou por não abortá-la. Por isso hoje, Fátima luta pelo direito à vida desde a concepção seja qual for a circunstância em que esta seja ocasionada. O projeto define o direito à vida desde a concepção e protege o nascituro contra qualquer forma de discriminação que venha privá-lo do seu direito a nascer.



A deputada conta que veio à luz num presídio misto e viveu aí por três anos após um ato de violência sexual sofrido por sua mãe. Fátima Pelaes, deputada pelo Estado do Amapá, militante pelas causas das mulheres, das crianças e dos adolescentes foi quem relatou a CPI sobre o extermínio de crianças e adolescentes (1992), presidiu a CPI que investigou a mortalidade materna no Brasil (2000/2001) e criou a lei, de 2002, que estendeu a licença-maternidade para mães adotivas.



Ontem, durante a sessão da Comissão de Seguridade e Família na Câmara dos Deputados em Brasília, quando ainda estava em pauta o Estatuto do Nascituro, Fátima tomou do microfone e contou ser fruto de um estupro realizado dentro da prisão. Sua mãe quis abortá-la, a princípio, mas decidiu por sua vida e para isto ela nasceu: para que sua história pudesse salvar a história de muitos outros, muitas outras.

“Nasci depois de um estupro. Não posso ser a favor do aborto!”, relatou.



Quando ela acabou de falar, todos estavam chorando, emocionados. O deputado Arnaldo Faria de Sá tomou o microfone e convocou uma resposta à altura do depoimento de Fátima: “Senhores, depois deste testemunho como não ser a favor da vida dos nascituros?”



Os deputados pró-vida defenderam a urgência da aprovação do projeto durante a acalorada votação.

Os deputados abortistas denunciavam falsamente que o Estatuto do Nascituro tinha por objetivo criminalizar as mulheres e revogar o Artigo 128 do Código Penal, que autoriza o aborto praticado por médico em casos de estupro e de risco de vida para a mãe. Mesmo assim, depois de quatro horas de discussão, e ante as provocações das abortistas enfurecidas com um projeto que (se chega a ser sancionado pelo Presidente da República) terá o poder de paralisar as ações contrárias ao bem-estar da mãe e do bebê, foi finalmente aprovado por esta comissão o texto substitutivo do Estatuto do Nascituro.

O projeto define o direito à vida desde a concepção e protege o nascituro contra qualquer forma de discriminação que venha privá-lo do seu direito a nascer, mesmo em razão de deficiência física ou mental, ou ainda por causa de delitos cometidos por seus genitores.



Agora o projeto de lei inicialmente formulado pelos deputados Luiz Bassuma e Miguel Martini segue para a Comissão de Finanças e Tributação e depois para a Comissão de Constituição. Sendo aprovado por lá o projeto será encaminhado para votação no plenário e por último é entregue para a sanção do presidente da república.



Fontes do Movimento Defesa da Vida de Porto Alegre contam o voto da relatora do projeto, a deputada Solange Almeida na sessão de ontem:

“Portanto, o projeto de lei em exame, com os aperfeiçoamentos constantes do presente substitutivo, pretende tornar realidade esses relevantes objetivos, quais sejam, os de proteção e promoção da pessoa humana em sua fase de vida anterior ao nascimento, quando é designada pelo termo “nascituro”, com todas as benéficas repercussões para o futuro de sua vida. Isso interessa não só ao indivíduo e sua família, mas também à nação. Parece evidente, pois, sua plena compatibilidade com os objetivos fundamentais da República, nos termos estabelecidos no art. 3º, itens I a IV, da Constituição Federal”.



Apesar desta primeira vitória pró-vida os membros do MDV encorajam a seguir a mobilização dos deputados e parlamentares que votarão o projeto nas seguintes sessões. Para ver a lista dos políticos a serem contatados para seguir apoiando o Estatuto do Nascituro clique em:

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=18998

Fonte: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2010/05/24/deputada-brasileira-afirma-nasci-depois-de-um-estupro-nao-posso-ser-a-favor-do-aborto/

Presidente do episcopado alemão inocentado de acobertar pedofilia.

Presidente do episcopado alemão inocentado de acobertar pedofilia


Muitos jornais publicaram a acusação, poucos, a decisão da Justiça



MUNIQUE, sexta-feira, 24 de julho de 2010 (ZENIT.org) – O arcebispo de Friburgo, Dom Robert Zollitsch, presidente da Conferência Episcopal Alemã, não foi cúmplice do sacerdote que nos anos sessenta teria abusado sexualmente de um menor de idade, segundo o Tribunal de Constanza, que pediu o arquivamento do caso.

As investigações indicaram que Dom Zollitsch não encobriu ou favoreceu o religioso cisterciense do mosteiro de Birnau, hoje com 69 anos, acusado de abusos contra um coroinha nos anos sessenta.

A acusação tinha sido publicada por grande parte dos meios de informação do mundo nos primeiros dias de junho. Poucos, no entanto, deram agora a notícia de sua inocência por parte da justiça.

Segundo a suposta vítima dos abusos, Dom Zollitsch, que naquela época era responsável pelos funcionários da arquidiocese, tivera conhecimento dos abusos, supostamente perpetrados entre 1987 e 1992 e, no entanto, teria confirmado em seu cargo o religioso cisterciense, convertendo-se em cúmplice.

As investigações, no entanto, estabeleceram que nesse período de tempo o hoje arcebispo não tinha conhecimento dos abusos e, portanto, não se lhe podem atribuir responsabilidades.

Coroação se S. Luís.

Coroação se S. Luís.

Sagração de S. Luís IX, na Catedral de Reims.

Sagração de S. Luís IX, na Catedral de Reims.