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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Reino Unido: Médico cristão demitido por publicar estudo

Autores: James Slack & Ian Drury

O paper "Casamento Gay e Homossexualismo: Alguns Comentários Médicos" constatou um número assombrosamente maior de pedófilos entre os gays.




Um médico cristão diz ter sido "sacrificado no altar do politicamente correto" depois de ser demitido como conselheiro antidrogas.



O Dr. Hans-Christian Raabe, um respeitado médico, foi demitido por deter visões "embaraçosas" sobre o homossexualismo.



Ativistas anti-drogas tinham até comemorado a sua indicação ao Conselho Consultivo sobre o Mau uso das Drogas (ACMD) pois, ao contrário da maioria dos integrantes, Raabe defendia uma política agressiva contra as drogas, enquanto os outros preferiam focar no modo mais seguro de consumo das mesmas.



O Dr. Raabe disse ao Daily Mail: "Eu tenho sido discriminado por causa das minhas opiniões e crenças, que estão em sintonia com o ensinamento das principais igrejas. Isto estabelece um precedente perigoso: Nós estamos dizendo que ser cristão é agora um impedimento ao emprego público?"



Ele adicionou: "Minha nomeação foi revogada baseada na falsa percepção que eu poderia potencialmente discriminar contra pessoas gays - algo que eu nunca fiz; nem na minha vida privada, nem na vida profissional. Mesmo o Home Office não questionou meu conhecimento e experiência em matérias relacionadas a mau uso de substâncias e política de drogas".



"Minha nomeação foi revogada simplesmente como resultado de minhas visões sobre assuntos que não são relacionados à política de drogas".



O Home Office disse que Raabe foi demitido porque não revelou um relatório que 'levanta preocupações sobre sua credibilidade em prover conselhos equilibrados em questões relacionadas ao mau uso de drogas'. Como parte da entrevista, Raabe foi perguntado a revelar qualquer coisa sobre sua história pessoal ou profissional que pudesse causar embaraçamento ao Home Office ou ACMD.



Os comentários sobre homossexualismo e pedofilia foram retirados de um paper científico que ele escreveu com outros seis médicos, há seis anos.



O paper "Casamento gay e homossexualismo: Alguns comentários médicos", obteve conclusões de pesquisas e estudos de outros acadêmicos. Usando estes dados, Raabe e seus colegas concluíram que há um 'número desproporcionalmente maior de homossexuais entre pedófilos', e alerta que isso é de 'grave preocupação'.



O Dr. Raabe disse: "Em meu caso - detendo visões cristãs tradicionais - eu estou sendo discriminado por um ministro do Home Office e estou sendo sacrificado no altar do politicamente correto".



Fonte: Daily Mail



Tradução: Júlio Lins, editor do blog Mente Conservadora.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Os críticos de Bento XVI não se preocupam com crianças.

Os críticos de Bento XVI não se preocupam com crianças.


A sra. Dowd está usando os escândalos de abuso para fazer avançar seu feminismo, o sr. Hitchens seu ateísmo e Sullivan seu ativismo homossexual.




Desde quando os secularistas e dissidentes católicos são peritos em proteção de crianças? Esses autonomeados reformadores da Igreja Católica são os maiores responsáveis por uma cultura degradada que abusa, aborta e corrompe crianças. Que uma elite esquerdista irresponsável e depravada se institua como tutora moral do Papa Bento XVI é algo que está para além da sátira.



Aqui, durante a Semana Santa, nós tivemos uma exibição do espetáculo do Vigário de Cristo recebendo instrução moral de Barrabás. Quem transfere órfãos para casais homossexuais em agências de adoção? Quem envia propagandistas da Planned Parenthood às escolas? Quem limpa as ruas das principais cidades para as paradas do "orgulho gay" que levam a reboque a North American Man/Boy Love Association (Associação Norte-americana do "Amor" entre Homens e Meninos)? É a elite esquerdista quem defende estas práticas corruptoras de crianças. E não foi ano passado mesmo que esses iluminados protetores de crianças reuniram-se ao redor do caixão de ouro de Michael Jackson para lhe prestar suas últimas homenagens? Onde estava então a indignação quanto à corrupção de crianças?

O National Catholic Reporter, a principal publicação do catolicismo dissidente, que se juntou ao bando secularista de caça a Bento XVI, exige uma investigação severa e implacável contra ele. Esta é a mesma publicação que divulga as homilias do bispo Thomas Gumbleton, das quais houve uma que declarava em 2002, no auge do escândalo de abusos na América, que a política da "tolerância zero" não deveria se aplicar aos padres que tem atração por crianças que já saíram da puberdade. "Eu não apoio a abordagem da "tolerância zero" em todos os casos", torceu o nariz.



Outro artigo da NCR 2002 afirmou: "Tolerância Zero é um meio tosco de punição. Todo abuso é uma ofensa contra a dignidade humana, mas assim como a gravidade dos pecados é diferente no ensino católico tradicional, e a severidade da punição na legislação civil varia de acordo com muitos fatores, nem todos os abusos são os mesmos. Em nossa atmosfera superaquecida, para muitos é difícil admitir isso. Um sacerdote que brevemente se expôs a um adolescente não cometeu o mesmo ato que um padre que estuprou um menor de idade."



Vamos adentrar no reino do absurdo: o ataque a Bento na semana passada não tinha nada que ver com a proteção das crianças e tudo que ver com o ódio da elite esquerdista por sua ortodoxia. Os Três Patetas - Maureen Dowd, Christopher Hitchens e Andrew Sullivan - estão "sorteando o seu manto", não que eles, à noite, se revirem na cama preocupados com a permissividade de um sacerdote, mas porque eles odeiam os ensinamentos conservadores da Igreja Católica que Bento XVI personifica. Eles ainda estão perturbados por a Igreja ter eleito um católico para o papado, em vez de um progressista moderno. A sra. Dowd está usando os escândalos de abuso para fazer avançar seu feminismo, o sr. Hitchens seu ateísmo e Sullivan seu ativismo homossexual.



A verdade é que o Papa Bento XVI tem feito mais para resolver o escândalo de abusos na igreja que seu antecessor, cujo mandato nunca gerou nada que se compare ao nível a que chegaram estes apelos de renúncia. E isso até mesmo a Associated Press reconheceu : "Bento XVI adotou uma postura muito mais séria na questão dos abusos sexuais do que João Paulo II quando assumiu o papado, há cinco anos, disciplinando um alto clérigo [Marcial Maciel, fundador dos Legionários de Cristo] defendido pelo pontífice polonês e exonerando outros sob uma nova política de "tolerância zero".



Segundo a agência de notícias Reuter, em 28 de março: "o cardeal de Viena Christoph Schoenborn, em defesa do papa, disse à televisão austríaca ORF, no domingo, que Bento queria uma investigação completa quando o ex-cardeal vienense Hans Hermann Groer foi removido em 1995 por alegado abuso sexual de um garoto. Mas outros funcionários da Cúria, em seguida, convenceram o papa João Paulo que a mídia tinha exagerado o caso e um inquérito só iria criar mais publicidade ruim. "Ele me disse, 'o outro lado ganhou,'" disse Schoenborn.



Então por que Bento XVI foi para um patamar mais elevado de exigências que João Paulo II? Será que é porque ele é visto como mais conservador pela elite esquerdista? Talvez. A não declarada e ironicamente perversa objeção a Bento apresenta por essa mesma elite, na seqüência do escândalo de abusos, não é que ele procurou realizar muito poucas reformas, mas muitas. Lembre-se de que o New York Times e outros jornais esquerdistas denunciaram-no severamente por uma de suas primeiras grandes reformas como papa: uma diretiva emitida aos bispos que proibia a ordenação de homossexuais. Essa não é a idéia de reforma da elite esquerdista, embora a maioria dos casos de abuso envolvam pedofilia homossexual. Assim, eles culpam o Papa Bento XVI por um sacerdócio indulgente e disfuncional e, ao mesmo tempo, atormentam-no por não deixar os homossexuais serem ordenados. Eles culpam o "celibato" pelos escândalos (o que se baseia, entre outras presunções inanes, na idéia de que os abusadores eram celibatários desde o início) em vez de reconhecer o papel que neles tiveram os baixíssimos e aberrantes padrões de admissão ao seminário, que eles próprios bradavam para que a Igreja adotasse nos relativísticos anos sessenta.



Por todas as queixas oportunistas dos últimos dias sobre "leniência", a verdadeira esperança dessas pessoas não é que a Igreja retorne às suas tradições moralmente rigorosas, mas que as elimine. E é precisamente porque Bento fica no caminho desse objetivo que agora eles vêm é pra matar.





Original em inglês: NEUMAYR: Pope Benedict's critics don't care about kids



Fonte: http://www.washingtontimes.com/news/2010/apr/05/pope-benedicts-critics-dont-care-about-kids/



Tradução: Pedro Laini
Revisão: Alessandro Cota
Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/religiao/10999-os-criticos-de-bento-xvi-nao-se-preocupam-com-criancas.html

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Christopher Hitchens contra o Papa.

Christopher Hitchens contra o Papa

Olavo de Carvalho

Diário do Comércio, 22 de março de 2010


Fonte: http://www.olavodecarvalho.org/semana/100322dc.html

Em artigo publicado no Wall Street Journal do último dia 15, Christopher Hitchens acusa o Papa Bento XVI de haver acobertado um crime de pedofilia em 1979, entre outros inumeráveis, e sugere que o Pontífice deve ser processado por isso.




Nem comento o estilo. Entremeado de menções ao “fedor” e à “sujidade” do caráter de Bento XVI, ele vibra em todas as cordas midiáticas da indignação estereotipada – o mais alto sentimento moral que algumas almas conseguem alcançar. O raciocínio que Hitchens segue para chegar à sua conclusão reflete, de maneira condensada, toda a deformidade estrutural da mente moderna.



Se o Papa deve responder perante a Justiça comum, é evidente que os critérios dela prevalecem, no caso, sobre as regras internas da Igreja. Mas, se é assim, eles devem vigorar não só para julgar o alegado acobertamento, mas também, e prioritariamente, o crime acobertado. Ora, o padre pedófilo acusado em 1979 de abusar de um menino de onze anos na cidade alemã de Essen nunca foi julgado nem muito menos condenado pela Justiça comum. Não havendo a respeito uma sentença transitada em julgado, ninguém tem, em nome da Justiça, o direito de proclamar que houve crime. Se nem o crime é confirmado, como pode sê-lo o seu “acobertamento”? Pela lógica, é preciso provar primeiro uma coisa, depois a outra, não ao contrário. O que houve, em vez de prova judicialmente válida, foi apenas uma suspeita séria, com base na qual o então cardeal Ratzinger ordenou que o acusado fosse submetido a tratamento psiquiátrico e removido para um posto administrativo em Munique onde não tivesse contato com crianças. Logo depois, no entanto, o vigário-geral de Munique, Gerhard Gruber, sabe-se lá por que, retransferiu o padre para funções pastorais onde ele não demorou a ser alvo de novas acusações de abuso sexual. Hitchens assegura que a culpa foi toda de Ratzinger, mas não dá nenhuma prova disso exceto a opinião de um ex-empregado da Embaixada do Vaticano em Washington, segundo o qual o então chefe da Congregação para a Doutrina da Fé era um administrador meticuloso ao qual esse detalhe “não poderia” ter escapado. Ou seja: o Papa deve ser punido pela Justiça porque alguém achou que ele “deveria” saber do acobertamento, por terceiro, de uma conduta que nem sequer fôra comprovada como crime, seja pela Justiça comum, seja pela investigação interna na Igreja.



Hitchens, evidentemente, não quer nem saber como funciona a Justiça cuja intervenção ele invoca. Quer condenar um cúmplice antes de provado o crime e confirmado seu autor principal; e quer condená-lo mediante a simples opinião de um terceiro que não testemunhou nem o crime nem a cumplicidade.



Mas, se ele não entende os princípios jurídicos do mundo leigo cuja autoridade ele pretende sobrepor à da Igreja, muito menos entende as regras desta última.



Arrebatado nas ondas de um entusiasmo belicoso pueril, ele vai muito além do episódio de 1979 e acusa o então cardeal Ratzinger de haver, como chefe da Congregação para a Doutrina da Fé, encarregada pelo Papa João Paulo II de investigar os casos de pedofilia na Igreja, “acobertado” todos esses crimes de uma vez. Qual a base dessa acusação? Ratzinger teria transmitido aos bispos uma ordem de que as denúncias de pedofilia fossem investigadas em segredo, dentro da Igreja, sem nada comunicar à polícia e à imprensa durante dez anos. O documento que comprova isso seria uma carta confidencial parcialmente citada – sem reprodução fotográfica – no Observer de 24 de abril de 2005. Não sei se a carta é autêntica, mas, mesmo que o seja, o fato é que Hitchens, como aliás o próprio Observer, finge ignorar os dois pontos principais do texto. Primeiro: a Igreja aí reservava-se o direito à investigação secreta somente nos casos em que as alegadas vítimas já houvessem completado dezoito anos de idade; nos quais, portanto, não houvesse riscos imediatos para crianças. Segundo: a instrução abrangia, é claro, só as denúncias feitas internamente na Igreja, que não tinham sido ainda levadas à polícia ou à mídia, seja pelas vítimas, seja por quem quer que fosse. Por que deveria a Igreja permitir que casos ainda não comprovados em investigação interna, e que nem mesmo as vítimas ou seus parentes tinham denunciado às autoridades civis, se transformassem em escândalos públicos por iniciativa de bispos ávidos de brilhar na mídia como paladinos dos direitos humanos? Como chamar de “acobertamento” a mera iniciativa de bloquear um falatório prematuro que arriscaria inculpar inocentes e estimular milhares de Hitchens a destampar mais uma vez, agora sob lindos pretextos moralistas e humanitários, todas as latrinas da fúria anticristã?



O Evangelho mesmo, a rigor, proíbe que cristãos levem suas queixas à Justiça comum antes de tentar resolvê-las na Igreja (I Cor., 6:1-11). Hitchens tenta forçar a Igreja a renegar-se, a humilhar-se ante o altar da Justiça leiga, cujas normas, no entanto, o próprio Hitchens se permite aplicar às avessas. Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço.



Nunca fui um admirador do ex-cardeal Ratzinger, longe disso, tenho contra ele muitas queixas engasgadas, mas confesso que seu desempenho como Papa está me surpreendendo – não em tudo, é claro, mas especialmente na sua maneira de lidar com os casos de pedofilia. Foi ele quem reabriu as investigações sobre os “Legionários de Cristo” (e seu braço leigo, Regnum Christi), mesmo depois da morte do líder e pedófilo-mor dessa poderosa entidade, Marcial Maciel Degollado. Foi ele quem, tão logo recebeu os primeiros resultados do inquérito, mandou suspender a prescrição de dez anos, que, se era justa e normal em outros casos, se revelou capaz de prejudicar inúmeras vítimas mantidas em silêncio ao longo de décadas pelo herético e abjeto “voto de segredo” imposto por aquela malfadada organização a seus noviços. Negar que esse homem quer a verdade sobre esses episódios é negar a própria verdade.



O ateísmo é uma atitude humana normal, mas o ódio ao cristianismo enlouquece, embora nem todos os afetados dessa síndrome personifiquem essa loucura com a ênfase espetacular de Christopher Hitchens. Este não odeia a Igreja porque nela há pedófilos (se fosse assim odiaria também a ONU, onde os pedófilos são mais numerosos e mais cínicos). Ele já a odiava antes disso, e nunca tentou camuflar seu sentimento. A única novidade no seu artigo é a mudança de tática. Antes ele achava que podia vencer os cristãos no debate de idéias. Derrotado e humilhado em recente confronto polêmico com o escritor católico Dinesh D’Souza, passou pela transmutação que já se tornou rotineira em ateístas militantes desmoralizados: não podendo sobrepujar intelectualmente seus adversários, quer enviá-los à cadeia.

sábado, 7 de agosto de 2010

Presidente do episcopado alemão inocentado de acobertar pedofilia.

Presidente do episcopado alemão inocentado de acobertar pedofilia


Muitos jornais publicaram a acusação, poucos, a decisão da Justiça



MUNIQUE, sexta-feira, 24 de julho de 2010 (ZENIT.org) – O arcebispo de Friburgo, Dom Robert Zollitsch, presidente da Conferência Episcopal Alemã, não foi cúmplice do sacerdote que nos anos sessenta teria abusado sexualmente de um menor de idade, segundo o Tribunal de Constanza, que pediu o arquivamento do caso.

As investigações indicaram que Dom Zollitsch não encobriu ou favoreceu o religioso cisterciense do mosteiro de Birnau, hoje com 69 anos, acusado de abusos contra um coroinha nos anos sessenta.

A acusação tinha sido publicada por grande parte dos meios de informação do mundo nos primeiros dias de junho. Poucos, no entanto, deram agora a notícia de sua inocência por parte da justiça.

Segundo a suposta vítima dos abusos, Dom Zollitsch, que naquela época era responsável pelos funcionários da arquidiocese, tivera conhecimento dos abusos, supostamente perpetrados entre 1987 e 1992 e, no entanto, teria confirmado em seu cargo o religioso cisterciense, convertendo-se em cúmplice.

As investigações, no entanto, estabeleceram que nesse período de tempo o hoje arcebispo não tinha conhecimento dos abusos e, portanto, não se lhe podem atribuir responsabilidades.

Coroação se S. Luís.

Coroação se S. Luís.

Sagração de S. Luís IX, na Catedral de Reims.

Sagração de S. Luís IX, na Catedral de Reims.