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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Aids, Brasil e Uganda

Aids, Brasil e Uganda



Olavo de Carvalho

Diário do Comércio, 17 de outubro de 2005


O Brasil, como a propaganda governamental não cessa de alardear, conseguiu reduzir pela metade o número de mortes de aidéticos no país. Esse resultado foi obtido por meio da doação maciça de remédios pirateados, que custam aos cofres públicos 300 milhões de dólares por ano. O número de aidéticos em tratamento e portanto a verba para sustentar o programa tendem a aumentar indefinidamente, porque, como qualquer pessoa com QI superior a 12 poderia prever, a distribuição sem fim de camisinhas estatais e a glamurização da homossexidade por meio de anúncios tocantes não reduziram em nada o número de infectados. O Brasil tinha 60 por cento dos casos de Aids da América Latina, e continua tendo. Para completar, o modelo brasileiro não pode ser exportado, porque seu custo ultrapassa tudo o que as nações da África, as mais vitimadas pela doença, jamais ousariam sonhar.



Por ironia, uma dessas nações, a pobrezinha Uganda, conseguiu, com despesa incomparavelmente menor, reduzir a quota de infectados de dezoito para cinco por cento da população. Uma vitória espetacular. Nenhum outro país do mundo alcançou resultados tão efetivos.



Dito isso, dou agora um teste para o leitor avaliar se sabe em que mundo está vivendo: dos dois programas de combate à Aids, qual é aplaudido pela ONU e pela mídia internacional como um sucesso e um modelo digno de ser copiado? Respondeu “o ugandense”? Errou. É o brasileiro. O ugandense, ao contrário, é condenado como um perigo para a população e uma ofensa intolerável aos direitos humanos. O enviado especial da ONU para assuntos de AIDS no continente africano, Stephen Lewis, tem dado entrevistas para denunciar o abuso, e a ONG Human Rights Watch acaba de publicar um relatório de 81 páginas contra o maldoso presidente de Uganda, Yoweri Museveni, responsável pela coisa toda.



Mas, afinal, qual a diferença entre o modo brasileiro e o ugandense de combater a Aids? Uganda não distribui remédios? Distribui. Não recomenda o uso de camisinhas? Recomenda. Não as distribui à população? Distribui. A diferença é que acrescenta a esses fatores uma campanha pela abstinência sexual antes do casamento e pela fidelidade conjugal depois. Tal é o motivo da sua eficácia, mas também o da profunda indignação da ONU. Essa nobre instituição (que recentemente tirou os EUA e colocou o Sudão na sua Comissão de Direitos Humanos depois de comprovado que a ditadura sudanesa só matou quatrocentos mil dissidentes e não dois milhões como diziam as más línguas) ficou ainda mais chocada porque, embora o governo de Uganda distribua mais camisinhas à sua população do que qualquer outro governo africano, o presidente Museveni e sua esposa Janet chegaram a sugerir repetidamente – em público!, vejam vocês, em público! – que esses artefatos só deveriam ser usados como segunda opção, se falhasse a abstinência dos solteiros e a fidelidade dos casados. Segundo o sr. Lewis, essa insinuação maligna, além de disseminar um preconceito fascista contra o adultério e o sexo pré-conjugal, ainda arrisca desestimular o uso das camisinhas, disseminando a prática do sexo inseguro e matando virtualmente de Aids milhões de ugandenses. Um verdadeiro genocídio. Se o leitor tem alguma dificuldade de entender o raciocínio do digno porta-voz da ONU, pode recorrer à técnica da análise lógica das conclusões para desenterrar a premissa implícita que o fundamenta. Essa premissa é, com toda a evidência, a de que os ugandenses, uma vez persuadidos a tentar a abstinência antes da camisinha, podem eventualmente sentir-se incentivados a continuar prescindindo da camisinha quando desistirem da abstinência. A verdadeira preocupação do sr. Lewis, portanto, deriva do seu temor humanitário de que o quociente de inteligência do povo ugandense seja igual ao dele. A ONU, nesses momentos, chega a ser comovente.



É verdade que, na luta contra a Aids, Uganda é a única nação vencedora (o tão louvado Brasil mal se equilibra num deficitário empate técnico). É verdade também que, em todo o restante do continente africano, onde ninguém prega abstinência nenhuma e todas as campanhas contra a Aids mantêm estrita fidelidade ao dogma da salvação pelas camisinhas tal como formulado ex cathedra pela ONU, as taxas de infecção pelo HiV continuam inalteradas ou crescentes, chegando, em alguns lugares, a trinta por cento da população. O sr. Lewis, por isso, fala com conhecimento de causa. Nada como o fracasso completo para dar a um sujeito (ou a uma instituição) a autoridade de criticar o sucesso alheio. Além disso, ponham a mão na consciência: vocês acham mesmo que alguns milhões de vidas ugandenses salvas valem o sacrifício de não sei quantos minutos de prazer cruelmente negados aos adúlteros e aos homossexuais? É, como se diz, uma questão de princípio: antes sucumbir à Aids do que abdicar do direito ao gozo ilimitado. Eis a alternativa moral que a ONU oferece à humanidade: ou ser salva pela camisinha, ou morrer com dignidade. Ceder à proposta indecente de Yoweri e Janet Museveni, jamais. O jornal inglês Guardian adverte aliás que a proposta tem uma origem das mais suspeitas. Yoweri e Janet Museveni, por inverossímil que isto pareça numa época esclarecida como a nossa, são... cristãos. Parece até mesmo que eles encontraram a idéia na Bíblia.



Esses povos atrasados são mesmo uns jumentos. Nós, brasileiros, um povo iluminado, jamais cairíamos numa esparrela dessas. Nosso negócio é ciência. Já em 2003, pouco antes de passar o cargo a Lula, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que tem entre seus inumeráveis méritos não só a criação do programa de trezentos milhões de dólares mas também a virtude de saber fazer-se de gostosão com muito mais naturalidade do que seu antecessor e xará Fernando Collor, nos ensinou com notável antecedência que essas campanhas de castidade juvenil e fidelidade conjugal não estão com nada. Falando numa conferência em Paris – ele fica tão bem em Paris, vocês não acham? --, ele disse que essas campanhas “só servem para confundir as pessoas”. Como exemplo dessa confusão, ele citou o caso das esposas brasileiras, fielmente monogâmicas, que vão para a cama com seus maridos e contraem Aids. “Elas não usaram camisinhas, porque tinham um parceiro só, e pegaram a doença.” O próprio sr. Lewis não alcançaria a profundidade desse argumento, segundo o qual a fonte do perigo não está nos maridos que traem, mas nas esposas traídas; não está no contaminador, mas na contaminada. O pensamento do grande intelectual uspiano chega, aí, às raias do sublime. Com poucas e fulminantes palavras o autor de Dependência e Desenvolvimento na América Latina – o único livro que se tornou clássico por meio do esquecimento geral – reduz a pó a tese de seu amigo Alain Peyrefitte, de que as sociedades progridem na medida em que nelas imperam os laços de lealdade e confiança. Sociedade normal, sociedade progressista, na doutrina FHC, é aquela na qual a deslealdade está tão generalizada que mesmo as esposas não podem confiar nos maridos. Quando a lealdade falha, como é justo e normal, não se deve portanto fazer uma campanha para restaurá-la, mas, ao contrário, oficializar a deslealdade tornando a camisinha, em vez da fidelidade, uma obrigação moral dos cônjuges. Da minha parte, acreditando piamente que o nosso ex-presidente não seria hipócrita ao ponto de desejar uma moral para as famílias brasileiras em geral e outra para a dele próprio, admito que Dona Rute não deve mesmo, em hipótese alguma, permitir que seu marido venha com coisa para cima dela sem uma camisinha. Talvez até duas. Se ele já veio para cima de nós todos sem nenhuma, é tarde para pensar nisso. Relax and enjoy .



Para quem absorveu os ensinamentos de Stephen Lewis e Fernando Henrique, a inconveniência absoluta de sugerir fidelidade e abstinência salta aos olhos. É de uma clareza lógica formidável, não é mesmo? Só aquela besta do Museveni é que não entende. Ele e a mulher dele. Também, que se pode esperar de uma idiota que acredita no marido? Além de preta, a cretina é cristã. Só falta agora quererem que a gente leve a sério Nossa Senhora Aparecida e a Condoleezza Rice.



Já o relatório da Human Rights Watch enfatiza outro aspecto ainda mais repugnante da campanha ugandense: ela é feita -- oh, horror! -- com verbas doadas pelo governo americano. É verdade que, no planeta inteiro, os EUA contribuem mais para o combate à Aids do que todos os demais países somados. É verdade, portanto, que a maioria das campanhas anti-Aids em todo o mundo são feitas com dinheiro americano. Até as verbas distribuídas pela própria ONU para esse fim vêm quase todas da mesmíssima fonte. Mas ninguém precisa se rebaixar ao ponto de aceitar, junto com os dólares de Washington, a sugestão maldosa daquele outro casal de carolas, George W. e Laura Bush, de que camisinhas às vezes furam e de que em vez de apostar exclusivamente nelas a vida e a morte, talvez valesse a pena controlar um pouco o desejo sexual.



Uganda, cedendo a essas insinuações, refocilou na lama. Países altivos, briosos, dotados de amor próprio, pegam a grana e mandam George W. Bush enfiar sua religião naquele lugar – com camisinha, é claro. Ou então fazem logo como o Brasil, que rejeita o dinheiro. Se vocês não se lembram, a USAID, pouco tempo atrás, ofereceu 48 milhões de dólares para ajudar o nosso país a comprar remédios para os aidéticos, mas impôs uma condição: que do texto do convênio não constassem palavras que parecessem legitimar a prática da prostituição. O governo petista, que tem dignidade para dar e vender -- sobretudo para vender --, não se curvou à imposição degradante. Ser contra a prostituição? Jamais. A reverência ante as marafonas é, entre os políticos brasileiros, arraigada como o amor filial, chegando, em muitos deles, a confundir-se com esse sentimento. Em outros é, como a camisinha do sr. Lewis, uma questão de princípio. Quarenta e oito milhões de dólares é um bocado de remédio para aidético, mas para que fazer uma concessão aviltante à moral burguesa -- sobretudo americana, éeeeca! --, quando se pode facilmente subsidiar a honra dos puteiros pátrios com equivalente quantia em moeda nacional extraída aos contribuintes? Vocês todos, leitores e não leitores, pagaram 48 milhões de dólares para o governo nacional não melindrar as – como direi? -- prestadoras de serviços eróticos. Tudo pelo direito zumano, né mermo?







Prenúncio macabro



Em plena legalidade democrática, um ano depois de assinada a Constituição de 1988, o dr. Luiz Eduardo Greenhalgh pregava a revolução pelas armas, o desmanche do Exército, da Marinha e da Aeronáutica e a revisão da Lei de Anistia para transformá-la num instrumento de vingança jurídica contra todos os que cometeram o crime eternamente imprescritível de opor-se ao terrorismo comunista no Brasil.



Alertado pela coluna do Cláudio Humberto, fui conferir no livro “A Face Oculta da Estrela”, de Adolpho João de Paula Couto – leitura indispensável para quem ainda acredite que a corrupção petista começou em 2003 --, e de fato estava tudo lá. O programa do homenzinho, simples e brutal, abrangia:



- Remanejamento das Forças Armadas, transferindo para o Norte os oficiais que serviam no Sul e vice-versa, para afastá-los das frações por eles comandadas, prevenindo possíveis ações armadas contra os planos revolucionários do futuro governo de esquerda.



- Reformar metade dos oficiais da ativa (ele já tinha a lista dos selecionados).



- Extinguir todos os órgãos de Inteligência e abrir seus arquivos para exame de uma “Comissão Popular”.



- Revisão da Lei de Anistia e processo em cima de todos os ex-colaboradores da repressão ao terrorismo.



Para maior claridade do esquema, Greenhalgh concluía: “Só através da luta armada é que conseguiremos garantir a realização do plano.”



Tudo isso, repito, em plena democracia restaurada, em plena legalidade. Mais ostensiva apologia do crime, mais descarado apelo à destruição das Forças Armadas e à derrubada violenta das instituições nunca se viu neste país ou em qualquer outro.



Esse é o indivíduo que o sr. presidente da República quer colocar de ministro do Superior Tribunal Militar. Se isso acontecer, o oficial ou soldado que aceite bater continência a esse sujeito, não digo só que será indigno da própria farda: será indigno de usar calças, se não também cuecas. Fraldão geriátrico, na mais nobre das hipóteses.



Vai acontecer? Não sei. Deveria haver um limite para a capacidade que um ser humano tem de degradar-se sorrindo, de acomodar-se a situações aviltantes com íntima deleitação e até com uma dose de orgulho. Talvez esse limite exista, mas no Brasil de hoje a sensibilidade para percebê-lo e recuar ante o abismo parece ter sido completamente desativada. Para não dar o braço a torcer, para não admitir que está preso numa arapuca comunista de dimensões continentais, cada um vai muito abaixo da fronteira do admissível e se supera, dia a dia, na produção de novos e novos subterfúgios anestésicos.



Podem procurar um precedente histórico. Não encontrarão. Em país nenhum, em época nenhuma a pusilanimidade intelectual se alastrou dessa maneira, ao ponto de constituir-se em princípio básico da vida em comum e atestado obrigatório de saúde mental.



Mas não há imprudência maior do que apostar a vida na possibilidade de fugir indefinidamente da verdade, no poder inesgotável dos derivativos levianos com que, escapando ao confronto com a própria degradação, um ser humano se degrada mais ainda. Pascal chamava essa aposta de “divertissement”. O divertimento pascaliano é o contrário da “alta seriedade” que para Matthew Arnold era a única justificação das criações culturais e, no fim das contas, de todo o convívio social. A mais alta seriedade é o confronto com a realidade da morte, quando cessará todo divertimento. É o instante final do Don Juan de Mozart, quando a festa é interrompida pelo “convidado de pedra”, simbolizando a fixação do destino na forma imutável da morte. A cultura brasileira já foi diagnosticada por vários estudiosos de primeira ordem, como Mário Vieira de Melo e José Osvaldo de Meira Pena, como uma cultura esteticista e lúdica. O que no Brasil da última década levou o nome de “ética” não foi senão um subterfúgio, um “divertissement” com que a esquerda dominante adornou, em sonhos evasionistas, a imagem da sua própria podridão. Todos os que têm alguma influência a ajudaram nisso: intelectuais, políticos, empresários, banqueiros, jornalistas, militares. Todos continuam se evadindo, brincando com o destino, levando o divertimento às últimas conseqüências. Mas a última das últimas conseqüências será a chegada do “convidado de pedra”. A leviandade obstinada e quase devota das classes falantes brasileiras é a autocondenação de toda uma cultura, de toda uma sociedade: é o prenúncio de um final macabro.







Correu de medo



Informado de que os refugiados políticos na Espanha vão pedir a sua prisão pelo fuzilamento de quinze mil cubanos e por mais outros tantos delitos que, segundo o “Livro Negro da Revolução Cubana”, elevam para cem mil o total de vítimas da sua revolução, Fidel Castro pulou fora: anunciou que não vai à Cúpula Ibero-Americana em Salamanca.



Claro: Loco sí, pero no tonto . Perto de Fidel, o general Pinochet é a inocência em pessoa. Mas as personalidades são incomparáveis. Pinochet foi cruel e implacável até o limite da insanidade, mas conservou o senso da retidão, a coragem moral que o fez expor-se ao julgamento popular e submeter-se ao veredito. Fidel Castro jamais teve fibra para isso. Muito menos teria para suportar um rosário de humilhações semelhante ao que Pinochet, velho, fraco e doente, enfrentou nos últimos anos. Fidel não é homem corajoso em sentido próprio, porque a coragem está essencialmente ligada à honra e à dignidade, que ele jamais teve. Ele é apenas um homem violento, um bandido vulgar com um talento invulgar para o histrionismo e a mentira, um sociopata verboso que começou sua carreira oferecendo-se para cometer assassinato político em troca de um cargo e subiu na vida ludibriando seu povo e o mundo. Se querem conhecê-lo, leiam as memórias de sua filha Alina, complementando-as com “Viaje al Corazón de Cuba”, de Carlos Alberto Montaner e “La Mafia de La Habana”, de Luis Grave de Peralta Morell.

domingo, 21 de novembro de 2010

Ódio à realidade

Ódio à realidade

Olavo de Carvalho

Jornal do Brasil, 17 de maio de 2007



O sexo anal pode dar câncer no reto; o oral, câncer na garganta. Excluída a masturbação, que não exige parceiros, eis aí esgotado, com riscos incomparavelmente mais altos que os do abominado tabaco, o rol dos contatos sexuais possíveis numa relação gay. Que haverá nisso de tão excelso para que toda crítica a essas atividades seja proibida por lei?



Decerto estou mais disposto a defender o direito de os senhores parlamentares se entregarem a esses perigosos afazeres do que eles a me deixar acender um único cigarro nas áreas cada vez mais vastas onde o proíbem.



O que não posso entender é que atos prejudiciais à saúde devam ser considerados mais dignos de proteção oficial do que a boa e velha relação conjugal da qual todos nascemos, ao ponto de a simples afirmação da superioridade desta última ser condenada como uma abominação e um crime. Afinal, não é possível fazer sexo oral ou anal sem ter nascido, nem muito menos nascer mediante uma dessas práticas, ao passo que o nascimento as antecede de muitos anos e independe delas por completo. Entre as diversas atividades sexuais, aquela da qual deriva a continuidade da espécie humana tem manifesta prioridade sobre as que se destinam somente a fins lúdicos ou deleitosos, por mais interessantes que estas pareçam a seus aficionados.



Não posso crer que meu pai teria agido melhor se em vez de depositar seu esperma no ventre da minha mãe ele o injetasse no conduto retal do vizinho, de onde o referido líquido iria para a privada na primeira oportunidade. Nem há como imaginar que essas duas hipóteses sejam tão nobres e respeitáveis uma quanto a outra. Por mais que à luz da doutrina gay isto soe até presunçoso, não posso admitir que eu e um cocô sejamos resultados igualmente desejáveis e valiosos de uma relação sexual. Nem suponho que os próprios senhores parlamentares mereçam esse radical nivelamento, ainda que muitos se esforcem para alcançá-lo.



Tudo isso é bastante evidente, e o deputado Clodovil Hernandes é a prova de que não é preciso ser heterossexual para admiti-lo. Se a afirmação do óbvio está em vias de se tornar crime, é porque o ódio do movimento gay não se volta contra injustiças e perseguições reais (infinitamente menores, em todo caso, do que aquelas sofridas pelos cristãos e judeus), mas contra a razão, a lógica, o bom-senso e a civilização. Culturalmente, a ideologia gay nasce de correntes de pensamento que professam destruir a "tirania do logos" e instaurar, em lugar da ordem racional, a pura vontade de poder de um ativismo prepotente e chantagista.



Cada vez que um de seus porta-vozes, como uma nova Rainha de Copas, ordena que todos se prosternem diante de exigências absurdas, ele sabe que não está combatendo "a homofobia", mas a estrutura da realidade ou, em termos religiosos, o Verbo divino. Só a opção total pela irracionalidade explica que, sob a alegação de proteger uma comunidade contra a mera opinião alheia, se busque submeter a novas perseguições judiciais outras comunidades que não estão expostas ao simples risco de ouvir palavras desagradáveis, mas de morrer em campos de extermínio.



quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Se perdermos o casamento, perderemos tudo.

Se perdermos o casamento, perderemos tudo

Autor: Don Feder.

Tudo que eles fazem é acelerar o declínio de uma instituição tão velha quanto a sociedade humana. Como podemos dizer sim ao casamento gay e não à poligamia, ao casamento grupal, concubinato, noivas crianças e outras opções de estilo de vida que buscam sanção oficial?


Lembrete aos derrotistas no movimento conservador: Capitular diante do "casamento gay" é entregar o casamento em rendição - que é fazer rendição da família e, no final das contas, a capitulação da civilização.

Sábado passado, Glenn Beck realizou seu evento intitulado "Restaurando a Honra", em Washington D.C. Estima-se que entre 300 mil e meio milhão de pessoas de todo o país compareceram. O apresentador da Fox News fez do evento um reavivamento ecumênico. "Os EUA hoje começam a se voltar para Deus", declarou Beck.



Mas enquanto os EUA se voltam para Deus, Beck volta as costas às leis de Deus. Muito bonito, não é mesmo?



Convidado do programa de televisão "O'Reilly Factor" no começo de agosto, Beck foi indagado, "Você acredita que o casamento gay é, de alguma forma, uma ameaça a este país?" Resposta: "Não, não acredito. Os gays vão vir nos pegar?" Aparentemente, essa jocosidade teve por fim diminuir os jecas que se opõem às campanhas para transformar o casamento numa instituição amorfa.



Beck então citou seu herói, Thomas Jefferson (que adorava a Revolução Francesa): "Se não quebra minha perna nem bate minha carteira, que diferença faz pra mim?" Ao que tudo indica, a demolição do casamento e o solapamento da família deveriam ser assuntos de suprema indiferença para os que lutam para salvar os EUA das garras da ideologia de Obama.



Beck é só um de um número crescente de formadores de opinião conservadores que ou são agnósticos sobre o assunto ou decidiram marcar pontos no quesito tolerância com as elites mediante endosso aos homo-casamenteiros. Ente eles se inclui Elizabeth Hasselbeck, da revista The View ("Eu, na verdade, apoio o casamento gay.") e Ross Douthat, o conservador almofadinha da página de opinião do jornal New York Times, cuja pedanteria faz o falecido William F. Buckley parecer coerente.



Há também o caso de Ann Coulter, que vai palestrar no Homocon, o grande espetáculo de setembro próximo patrocinado pelo GOProud, organização homossexual que está lutando para derrubar a Lei de Defesa do Matrimônio, abrindo caminho para a imposição do casamento homossexual em todo o país, e os líderes republicanos no congresso, que estão se atropelando para comparecer a um evento para o levantamento de fundos, em 22 de setembro, para o grupo gay Log Cabin Republicans.



Ann diz, "Falar num evento não significa endossar todas as posições das pessoas para quem falo."



Quer dizer então que, se um grupo de simpatizantes do grupo terrorista Hamas criasse um grupo a favor da responsabilidade fiscal e a favor da educação escolar em casa, Coulter apareceria no Jihadcon deles? O livro lançado por Ann em 2007 se chamava "Profanos: A Igreja do Esquerdismo." Talvez seu próximo livro se chame "Sem Princípios: A Igreja de Ann Coulter."



Essa indisposição de lutar pela família, da qual a civilização depende, é mais um sinal do fracasso do conservadorismo moderno. A direita pode vencer mil batalhas contra o governo e perder a guerra pelo futuro dos EUA, se capitular em relação ao casamento e à família.



Os traumas sociais dos EUA - bebês nascendo fora do casamento, criminalidade juvenil, uso de drogas, lares chefiados por mulheres - remontam ao declínio da família, que começou com os imensos programas assistencialistas do governo, na década de 1960, ganhou impulso com a legislação sobre o divórcio, na década de 1970, prosseguiu com o aumento do homens e mulheres vivendo juntos sem casar e atingiu seu ápice com o estranho casamento entre pessoas de mesmo sexo.



A oferta de modelos rivais, socialmente sancionados, solapa o casamento heterossexual. Dois homens envolvidos com o que se costumava descrever como atos anormais agora tornam-se o equivalente legal e moral de um homem e uma mulher (esposo e esposa) ligados pela fé e tradição, realizando o trabalho social essencial de gerar e criar filhos.



As escolas vão ensinar que todo arranjo de vida é tão bom quanto qualquer outro. Os patrões serão obrigados a fornecer "benefícios de família" para duplas de mesmo sexo, independente de seus valores e consciência religiosa.



O Estado será obrigado a entregar crianças em adoção para duplas gays, privando as crianças dos modelos paterno e materno necessários para um ajuste bem-sucedido. Em Massachussets, a instituição beneficente Catholic Charities preferiu encerrar seu programa de adoções (o maior do estado) a se submeter a entregar crianças para adoção para duplas homossexuais, como se exige no primeiro estado com casamento gay dos EUA.



Em última análise, o casamento gay vai pôr as igrejas e aqueles que creem na Bíblia no centro das atenções, inclusive a Igreja Mórmon de Beck, violentamente atacada por apoiar a Proposta 8 [que protegia o casamento entre um homem e uma mulher na Califórnia].



Os ativistas homossexuais (que estão entre os ideólogos mais acirrados do planeta) insistirão em que todas as igrejas realizem cerimônias de "casamento" entre pessoas de mesmo sexo - e lutarão para que sejam revogadas as isenções fiscais das instituições beneficentes que se recusarem. Leis de crime de ódio serão aplicadas aos pastores e padres que preguem o Levítico ou Romanos 1:26-27. Na Europa e no Canadá, clérigos têm sido arrastados através de tribunais de direitos humanos por defenderem sua fé a partir do púlpito.



Os conservadores que apoiarem o casamento gay vão ter que parar de ficar resmungando dos esquerdistas por seu elitismo.



Os eleitores de 30 estados fizeram emendas a suas constituições para proibir o reconhecimento de pseudocasamentos, por uma votação média de 67 por cento. Em 2008, no estado mais esquerdista dos EUA, 7 milhões de californianos deram seus votos à única definição de casamento que faz sentido.



Glenn Beck (um populista com estilo próprio) está dizendo a eles que suas opiniões são irrelevantes e que ele está disposto a deixar os tribunais imporem o "casamento" gay sobre suas cabeças servis. Não sabem eles que esses casamentos fajutos (muito estimados pelas elites) nem quebram as pernas de Beck nem batem sua carteira?



Tudo que eles fazem é acelerar o declínio de uma instituição tão velha quanto a sociedade humana. Como podemos dizer sim ao casamento gay e não à poligamia, ao casamento grupal, concubinato, noivas crianças e outras opções de estilo de vida que buscam sanção oficial?



Infelizmente, muitos intelectuais conservadores têm perdido de vista um fato crucial: o excepcionalismo americano (a noção de que os EUA são diferentes de todas as nações desenvolvidas) repousa sobre três pilares - fé, família e liberdade. Remova qualquer um e a estrutura toda desaba.



Como se pode ter uma economia forte sem famílias fortes? Como o economista Ludwig Von Mises comentou, o consumo adiado é necessário para o capitalismo funcionar. Isso implica em indivíduos dispostos a se sacrificarem pelo futuro - e isso implica em famílias.



Sem a família, não importa quantas vezes nós derrotemos o socialismo (sistema de saúde nacionalizado, estatização do setor privado, déficits explosivos, redistribucionismo), no fim, nós perdemos - e é por isso que a esquerda fez do casamento entre indivíduos do mesmo sexo sua prioridade e é por isso que a esquerda tolera menos a discordância em relação a isso do que em qualquer outra questão.


Os conservadores que não entendem isso não têm entendimento de nada.



Tradução de Larry Martins, da equipe do blog Dextra, feita por recomendação e a pedido de Julio Severo.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Articulação mundial contra o Papa

Articulação mundial contra o Papa

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 7 de abril de 2009




Tão logo o Papa Bento XVI anunciou a reintegração da Igreja tradicionalista na ordem pós-conciliar – o que de si já é uma ironia, pois a novidade não pode reintegrar em si a tradição, e sim ao contrário –, desencadeou-se contra ele uma das mais maliciosas campanhas de ódio já vistas na mídia mundial.



Três episódios marcaram os seus pontos altos.



Primeiro veio o bispo Williamson – um factóide na mais plena acepção do termo. Até a véspera, ninguém o conhecia. Quando o descobriram entre os milhares de sacerdotes e fiéis beneficiados pela suspensão de uma pena eclesiástica coletiva, saiu do anonimato e tornou-se repentinamente um perigo para a espécie humana, por ter emitido numa igreja de bairro, ante umas poucas dezenas de fiéis se tanto, uma opinião antijudaica. Por toda parte ergueram-se gritos de escândalo, significativamente voltados não contra o bispo, mas contra o Papa. Como se a revogação do castigo não viesse do simples reconhecimento de um erro judicial velho de quatro décadas, e sim do endosso papal às convicções pessoais do bispo – até então ignoradas não só do Vaticano, mas do mundo – sobre matéria alheia ao seu sacerdócio, à fé católica, às razões da penalidade e às da respectiva suspensão. Forçando a inculpação por osmose até o último limite do artificialismo, lançava-se sobre toda a Igreja tradicionalista e, de quebra, sobre o Papa que a acolhera de volta, a vaga mas por isso mesmo envolvente suspeita de anti-semitismo. Não por coincidência, entre os mais inflamados denunciantes encontravam-se aqueles que tanto mais se esforçam para proteger os judeus contra perigos inexistentes quanto mais se devotam a entregá-los, inermes, nas mãos de seus inimigos armados.



Depois, veio o episódio das camisinhas. Não há como medir os gritos de horror, as lágrimas de escândalo, as gesticulações frenéticas de abalo moral com que a grande mídia reagiu à declaração blasfema de que esses sacrossantos dispositivos não protegem eficazmente contra a Aids. Na verdade, não protegem nada. Edward C. Green, diretor do Projeto de Pesquisas sobre Prevenção da Aids no Harvard Center for Population and Development Studies, informa que a revisão mundial dos resultados obtidos nos últimos 25 não mostra o menor sinal de que as camisinhas impeçam a contaminação. O único método que funciona, diz Green, é a redução drástica do número de parceiros sexuais. Uganda, que por esse método e com forte base religiosa reduziu os casos de Aids em 70 por cento, é o único – repito: o único – caso de sucesso espetacular já obtido contra essa doença. Mas que importam esses dados? A camisinha não vale pela eficácia, ó materialistas prosaicos. Ela é um símbolo, a condensação elástica dos mais belos sonhos da utopia pansexualista, onde as criancinhas praticarão sexo grupal nas escolas, sob a orientação de professores carinhosos até demais (sem pedofilia, é claro), e nas praças os casais gays darão lições de sodomia teórica e prática, para encanto geral do público civil, militar e eclesiástico. De que vale a verdade, de que valem as estatísticas, de que valem as vidas dos ugandenses, diante de imagens tão radiosas da civilização pós-cristã que a ONU, o Lucis Trust, a mídia bilionária e todos os pseudo-intelectuais do mundo almejam para a humanidade? É em defesa desses altos valores que se ergueram gritos de revolta contra o Papa, esse estraga-prazeres, esse iconoclasta sacrílego.



Por fim, veio o documentário da BBC, onde o ex-cardeal Ratzinger é acusado de proteger padres pedófilos, determinando que fossem removidos de paróquia em vez de punidos. É claro que a coisa já estava pronta fazia tempo, aguardando a oportunidade política, que veio com os esforços de Bento XVI para restaurar a unidade da Igreja, algo que os apóstolos da nova civilização temem como à peste. A BBC, outrora uma estação respeitável, tornou-se uma central de propaganda esquerdista tão fanática e desavergonhada que o que quer que venha dela deve ser recebido a cusparadas, mas em todo caso vale lembrar que um padre formalmente condenado na justiça por pedofilia não tem como ser removido de paróquia, pois já está removido para a cadeia. Restam os padres meramente acusados, sem provas judiciais válidas. A mídia quer que a Igreja os castigue assim mesmo, a priori, à primeira palavra que se publique contra os desgraçados. O cardeal Ratzinger é acusado, no fim das contas, de não ter feito isso. É preciso toda a técnica cinematográfica da BBC para dar a impressão de que se trata de coisa imoral, até mesmo vagamente criminosa. Mas, nesses casos, a realidade não importa nada. A impressão é tudo.



Destaco esses três episódios só como amostras, no meio de um bombardeio multilateral, incessante e crescente, no qual só a estupidez voluntária pode enxergar uma simples confluência de casualidades, sem nenhuma coordenação ou planejamento.

Fonte: http://www.olavodecarvalho.org/index.html

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Sexo Seguro?





Sexo seguro?

Autor: Hiago Rebello

Infelizmente, atualmente temos uma falsa noção do que é o “sexo seguro”, existe uma rede muito grande de mentiras e de invenções patrocinadas pela mídia e infelizmente apoiada pela atual sociedade relativista. Infelizmente até as autoridades públicas enganam a população. Não existe o tal “sexo seguro” que as empresas, propagandas enganosas e até celebridades querem tanto impor a nossa sociedade, vamos ver o que realmente a camisinha faz com a humanidade.
Nos tempos atuais, receio que as pessoas não têm um bom entendimento das coisas polemicas que são tanto abordadas pela Televisão, e as mesmas preferem confiar em revistas, jornais e canais sensacionalistas em vez da palavra de um cientista que tem provas inquestionáveis, mas não devemos esquecer que em todas as épocas da humanidade o povo (a maioria) sempre destorce um pouco ou muito as coisas, entretanto, atualmente é diferente, não é só o povo que destorce as coisas, o próprio país entende as coisas destorcidas e fecha os olhos para uma verdade que é inquestionável e como veremos é imutável.
A Camisinha não é uma idéia de hoje, ela é aproximadamente 2.000 anos mais velha que Cristo, esta na época era feita de intestinos de porcos. Só de saber o propósito que a camisinha tinha na antiguidade já se deve olhar para ela com maus olhos, ela era feita somente para Faraós e nobres egípcios que não queriam ter mais filhos com as suas mulheres, escravas, criadas, amantes concubinas etc, então ignoravam como ignoramos hoje o método natural só pelo vício do prazer sexual, quando o Egito caiu para o Império Romano a Camisinha caiu junto com eles.
Recentemente no séc. XX a idéia da camisinha foi criada novamente por causa das doenças sexualmente transmicíveis (DST) e se criou na época uma propaganda para combatê-las, muitos métodos foram criados para se impedir uma pandemia de doenças como a AIDS, mas nada que o homem cria é perfeito, seja aviões modernos, carros, armas, foguetes, navios, submarinos e a camisinha também não foge a essa regra universal, mesmo esta sendo 87% eficaz (em termos de gravidez) como mostra as pesquisas de renomados cientistas e pesquisadores.
O vírus do HIV (AIDS) é transmitido pelo sangue, drogas e pelo sexo, sendo o sexo o maior transmissor do vírus até hoje. Ora se dizem que nos países europeus como a Inglaterra e a França têm um bom número de pessoas que usam de preservativos, então como existe muitos casos de AIDS nesses países? Isso é um belo de um paradoxo!
A AIDS em vez de abaixar aumentou muito dês dos anos 80, a sociedade inculta diz que a culpa é daqueles que são contra a camisinha (cuja maioria é conservadora), mas isso é incoerente, pois a maioria desta não faz sexo fora do casamento e esta não patrocina a liberdade sexual e isso é um revés para as teses dos liberais que aprovam e apóiam o uso do preservativo em relações sexuais fora do casamento ,sendo assim, a AIDS apóia o sexo fora do casamento, isto é, se 1.000 pessoas estão fazendo sexo com camisinha fora do casamento, agora 310 estão sendo infectadas com alguma DST e 130 estão sendo engravidadas, já que a camisinha é somente 87% eficaz em termos de gravidez e tem apenas 69% de eficácia contra a Infecção do HIV.
Mas não só o povo inculto apóia o preservativo, o próprio governo que deveria cuidar destes também apóia o preservativo, lançando propagandas nas épocas de carnaval e de festas, além disso, o governo não proíbe a prostituição que conseqüentemente e inegavelmente agravara o problema da AIDS no Brasil, e não só no Brasil, em todo País que não proíbe a prostituição ou a considera um trabalho digno, terá sempre em suas estatísticas um número elevado de pessoas contaminadas com o vírus HIV, pois o vírus em alguns casos demora até anos para se manifestar então já que muitas vezes as pessoas que trabalham na prostituição, não usam camisinha ou propositalmente não as usam para ganhar mais dinheiro com o sexo, e às vezes se usam contraem AIDS mesmo assim... E por esses motivos o preservativo não serve para prevenir DST`s, e não ajuda a acabar com o problema, ele só o atrasa, mas não o impede.
Então é notório que o então chamado “sexo seguro” é uma invenção de grandes indústrias farmacêuticas que não se preocupam com a dignidade humana, mas sim com o dinheiro que enche os seus bolsos. Então é preciso que a sociedade de hoje ouça mais a razão e ousa menos a liberação que em excesso como temos atualmente é prejudicial.



As provas científicas das falhas da camisinha:

Vários cientistas com doutorado são contra o uso de preservativos, e expõem as suas falhas. Pesquisadores, instituições científicas e entidades médicas não apóiam o uso da camisinha por causa das suas falhas, e que essas falhas poderiam gerar problemas no futuro e também dizem como realmente se deve prevenir a doença:

FDAFood and Drugs AdministrationComitê que aprova remédios e alimentos para serem consumidos nos EUA

Segundo o Departamento de Saúde e serviços humanos do Centro para Dispositivos e Saúde radiológica, (Center of Devices and Radiological Health) pertence ao FDA, órgão do governo americano que regula medicamentos, conforme publicado em seu folheto informativo “Condoms and Sexually Trasmitted Diseases... specially AIDS” que pode ser encontrado em www.fda.gov/cdrh/consumer/condom-brochure.pdf diz o seguinte:
“A maneira mais segura de evitar estas doenças (sexualmente transmissíveis) é não praticar sexo (abstinência). Outra maneira é limitar o sexo a somente um parceiro que também se compromete a fazer o mesmo (monogamia). As camisinhas não são 100% seguras, mas se usadas devidamente irão reduzir o risco de doenças sexualmente transmissíveis, inclusive AIDS.”

Outros pesquisadores:

A revista Seleções (dezembro de 1991, pg. 31-33), trouxe um artigo do Dr. Robert C. Noble, condensando de “Newseek” de Nova Iorque (1/4/91), que mostra como é ilusória a crença no tal “sexo seguro” com a camisinha.
A pesquisadora Dra. Susan C. Weller, no artigo A Meta-Analysis of Condom Effectiveness in recducing Sexually Transmitted HIV, publicado na revista Social Science and Medicine, 1993, vol. 36 Issue 12, pp. 1635-1644, afirma:
“Presta desserviço à população quem estimula a crença de que o condom (camisinha) evitará a transmissão sexual do HIV. O condom não elimina o risco da transmissão sexual; na verdade só pode diminuir um tanto o risco”.

“As pesquisas indicam que o condom é 87% eficiente na prevenção da gravidez. Quanto aos estudos da transmissão do HIV, indicam que o Condom diminui o risco de infecção pelo HIV aproximadamente em 69%, o que é bem menos do que o que normalmente se supõe” (Revista PR, nº 409/1996, pp. 267-2274).

Isto significa que não existe o mito do “Sexo seguro” e usar a camisinha em uma relação sexual é como uma “roleta russa”.

Pesquisas realizadas pelo Dr. Richard Smith, um especialista americano na transmissão da AIDS, apresenta seis grandes falhas do preservativo, entre as quais a deterioração do látex devido às condições de transporte e embalagem.
Afirma o Dr. Richard que:
“O tamanho do vírus da AIDS é 450 vezes menor que o espermatozóide. Estes pequenos vírus podem passar entre os poros do látex tão facilmente em um bom preservativo como em um defeituoso” (Richard Smith, The Condom: Is it really safe saxe?, Public Education Commitee, Seattle, EUA, Junho de 1991, p. 1-3).

O Dr. Leopoldo Salmaso, médico epidemiologista no Hospital de Pádua, na Itália, afirma que: “O preservativo pode retardar o contágio, mas não acabar com ele”.
(idem).

A Rubler Chemistry Technology, Washington, D.C, Junho de 1992, afirma que:

“Todos os preservativos têm poros 50 a 500 vezes maiores que o vírus da AIDS”.


Pesquisa encontrada no Site: www.vidahumana.org

Esta pesquisa representa o número de pessoas entrevistadas que tiveram relações sexuais e ouve falha na camisinha.

1) Percentagem de falha da “Camisinha” para evitar a gravidez:

a) 9.8 a 18.5%: Harlap et al. “Preventing Pregnancy, Protecting Healyh”, Alan Guttmacher Institute, 1991, p.35.
b) 14 a 16%: Jones
Forrest. “Contracepive Failure in the United StatesFamily Planning Perspectives 21(3): 103-109. 1989.
c) 12%: U.S Dept. HHS. “Yor Contraceptive Choices For Now, For Later”, Family Life information exchange, Bethesda, MD.
d) 18.4%: Mulher menor de 18 anos no primeiro ano do uso do preservativo.
Grady et al. “Contraceptive Failure in the U.S. “Family Plannig Perspectives 18(5): 204-207. 1986.
e) 10 a 20%: McCoy
Wibblesman. “The New teenage body Book”. The Body Press, Los Angeles, 1987, p.210
f) 10%: Seligman
Gesnell. “A Warning to Women en AIDSNewsweek, 31 de agosto, 1987, p.12.

2) Índice de falha do preservativo em homossexuais:

a) 26%: 11% se rompe, 15% se solta. “wegersna oud.”, “Safet and Acceptability of condoms for Use by homosexual Man as a Prophlatic Against Transmission of HIV Diring NOGENITAL Sexual Intercourse”. Bristh Medical Jornal. 11 de Julio, 1987, p.94.
b) 30%: poller. “Experts Hedge on Condom Value”, Medical Word News, 28 de agosto, 1988, p.60.

Percentagem de falha do preservativo em usuários habituais: a) 10%: 1/10 esposas de portadores de HIV que reportam o uso habitual do preservativo ficaram infectadas. Fischl. “Evaluation of Heterosexual Partners, Children and Household Contacts of Adults with AIDS”, “Journal of the American Medical Association”, 257: 640-644, 1987.b) 17%: Goerdent. “What Is Safe Sex?” New England Journal of Medicine, 316 (21): 1339-1342 1987. 4) Impacto da estratégia nos adolescentes, segundo “Olsen Weed”, “Instituto de Pesquisa e Avaliação”, Salt Lake City, EUA: a) Aumento de 50 a 120 gravidezes/1000 atendidas em programas de “Educacion anticonceptiva” aumenta a freqüência de sexo em adolescentes.b) Em 14 anos: aumento de 1.5%. Em nenhuma clínica se obteve menores índices de gravidez.5) Percentagem de mulheres menores de 18 anos que ficaram grávidas durante o primeiro ano de uso de anticonceptivos, segundo o método:a) Pílula 11,0%; DIU 10,5%; Preservativo 18,4%; Espermicidas 34,0%; Diafragma 31,6% (Grady. “Contraceptive Failure in the U.S.”, “Family Planning Perspectives”, 28(5): 207, 1986). Os adolescentes são os piores usuários do preservativo: 83% dos adolescentes entre os 14 e 15 anos informam que sua primeira experiência sexual foi inesperada. b) Usuários ocasionais: 21% porque foi inesperado, 39% “não tiveram tempo”, ou não quiseram usar. (Harris. Conduzido por IPPF, 1986).
Com uma gama de informações como essa, da para se entender que os preservativos não acabam com a AIDS, eles só a atrasam, mas isso é uma roleta russa aonde todos saem perdendo, e quem ganha alguma coisa são os cemitérios aonde corpos e mais corpos de pessoas que morrem de AIDS são enterrados.
Então o “sexo seguro” é uma invenção criada para todos termos uma “liberdade sexual” que não existe, a camisinha nunca ajudou a acabar com a AIDS, ela só ajudou a aumentá-la, todos os cientistas estão de acordo em dizer que a abstinência é o maior e melhor preservativo do mundo. Sabemos que vai chegar um dia que a camisinha não vai adiantar (como acontece na África e na Europa), pois quando a maioria tiver AIDS à camisinha não vai melhorar nada. Então para que esse dia não chegue, certamente seria melhor nós seguirmos o exemplo de um país da África que provou que a camisinha só retarda, mas não extingue, esse país se chama Uganda cuja a população era 26% infectada com o vírus HIV. O Presidente de Uganda baniu a camisinha e optou pela velha regra de abstinência sexual e de 26% de população infectada com a abstinência até o casamento esse número caiu para 6%.
Vemos então que a camisinha não funciona para extinguir a AIDS. Então os velhos valores de fidelidade e o valor tão descriminado da castidade são os valores mais corretos a serem seguidos, e a crença de liberdade sexual que é promovida pelo “sexo seguro” não é um remédio como hoje querem dizer, é uma doença.
Uma fonte segura para se confirmar isto vem do jornal espanhol “La Razón” que informa que o método do presidente uganês Yoseveri Musiveni é o mais eficaz que existe no mundo. O jornal informa que Uganda onde se encontram 10% das crianças órfãs vítimas da AIDS no mundo, reduziu pela metade com programas que não promovem o chamado “sexo seguro”, mas sim promovem a castidade e a fidelidade.
Vale lembrar que a AIDS teve o seu começo em Uganda nos anos 80 às margens do lago vitória no Sul de Uganda e dali se estendeu por toda a África onde agora há mais de 20 milhões de pessoas contaminadas pelo vírus do HIV. No resto do mundo há menos de 10 milhões de pessoas portadores do mesmo vírus. Lá Razon coletou declarações do professor de epidemiologia da universidade de Navara, Jokin de Irala, que afirma que a agência para o Desenvolvimento Internacional dos Estados unidos (USAID), reconhece que “a diminuição de casos de AIDS em Uganda se relaciona mais com as mudanças nos estilos de vida da população que com o uso de preservativos”.
Em Uganda dês de 1992, a política preventiva de abstinência é aplicada e reduziu o contagio em 50 por cento, o melhor resultado da África, diferente de outros países africanos (Egito, África do Sul, Togo, etc.) que preferem usar o preservativo para ter uma falsa noção de “sexo seguro”. Lembremos que no começo da AIDS na África tinham poucos infectados, mas agora são muitos, se não seguirmos o exemplo de Uganda vamos ter sérios problemas no futuro.
Segundo o jornal, “os excelentes resultados obtidos por estas políticas sanitárias não parecem ser suficientes para os organismos internacionais como a ONU e a Organização Mundial de Saúde que, em seu informe de 2003, afirma que ‘nem um outro país conseguiu este resultado, pelo menos não em nível nacional’, mas oculta que os fatores determinantes deste êxito sejam, precisamente, a abstinência, a castidade e a fidelidade no matrimônio como opções fundamentais, e não, o fomento e distribuição do preservativo”.
Então podemos compreender através desta noticia que a distribuição de camisinhas em farmácias e escolas não é necessária para controlar as DSTs.
E também na Europa os responsáveis pela Saúde de Moscou estão promovendo uma campanha da “abstinência total antes do casamento”, segundo a presidente de Saúde da Duma, Ludmila Stebenkona: “na Rússia as pessoas começaram a pensar que se poderia proteger de qualquer doença com ‘sexo seguro’ mas os dados demonstram que aumentaram em 50% as infecções pelo vírus do Papiloma e outras doenças de transmissão sexual” (fonte: Fonte: http://providafamilia.org/site/index.php), Então segundo departamentos de saúde de diversas partes do mundo, a camisinha não ajuda, ela só piora.
Infelizmente a América do Sul não sabe disso, um exemplo é o México quando em 1998 se reabriu um debate promovido pelo presidente da Cruz vermelha mexicana, José Barroso Chávez, pois a população não sabia que a camisinha não era 100% eficaz, José Barroso reconheceu que os preservativos não são 100% seguros contra o vírus. Barroso criticou a campanha do governo lançada para combater a doença a partir da distribuição de preservativos. Barroso Chávez explicou que vários estudos científicos em nível internacional provam que 40% dos casos, os preservativos falham, tornando-se, assim, um método ineficiente para evitar o contágio do vírus HIV e argumentou que todas as campanhas de prevenção da doença deveriam proclamar “a verdade completa e não a mentira” (Cidade do México, 11 fev 1998 – SN).
O Motivo para o Sr. Barroso ter feito uma campanha expondo a verdade, é porque o povo não tem uma informação completa sobre o assunto, pois ele é inculto e qualquer pessoa que apareça na televisão e diga “é verdade” muitas pessoas vão achar que é verdade, por isso o Sr. Barroso teve que expor a verdade para o povo. Mas isso infelizmente também acontece aqui no Brasil como na Rússia e no México o povo não conhece a verdade, e pior, o governo também não expõe a verdade fazendo assim um gigante de desinformação.
Até o descobridor do HIV, Luc Montagnier, disse como deveriam ser as campanhas contra a AIDS:
“São necessárias campanhas contra práticas sexuais contrárias à natureza biológica do homem. E, sobretudo, há de educar a juventude contra o risco da promiscuidade e o vagabundeio sexual.” (Luc Montagnier. “AIDS Natureza do Vírus”, em Atas da IV Reunião Internacional da AIDS, 1989, p.52.). Pelo menos deveríamos escutar que entende mais de AIDS do mundo, o próprio descobridor da doença, que diz para nós não sermos promíscuos e nem fazer sexo fora de hora como os jovens, adultos e adolescestes atualmente.
A grande parcela da sociedade não sebe disso, a falta de informação que existe atualmente na sociedade é gigantesca!

A FDA (Food and Drugs Administration) fez a seguinte pesquisa:

“A FDA estudou 430 marcas com 102.000 preservativos; 165 fabricadas nos EUA com 38.000 preservativos e 265 marcas estrangeiras com 64.000 preservativos. O resultado da pesquisa verificou que 12% das marcas de estadunidenses e 21% das estrangeiras não tinha um nível suficiente de qualidade”. “Aceitando esse taxa de defeitos, a probabilidade de falha no caso do preservativo seria de 20,8% anual se mantivessem relações uma vez por semana e de 41,6% se fossem duas vezes por semana”.
É percebível o perigo que a camisinha proporciona nos Estados Unidos da América, pois neste o sexo é apoiado amplamente ao longo do ano todo.
Não se pode falar que “A Camisinha não deixa passar nada”, como mostra as pesquisas do Dr. Ronald F. Carey:
“Em 1992 o Dr. Ronald F. Carey, pesquisador da FDA, introduziu microesferas de poliestireno do diâmetro do HIV em preservativos que tinham superado positivamente o teste da FDA e os submeteu a variações de pressão similares ás que se produzem numa relação sexual: um terço deles perdeu entre 0,4 e 1,6 de nanolitros. Numa relação sexual de dois minutos, com um preservativo que perde um nanolitro por segundo, passariam 12.000 vírus de HIV”. Podemos observar que a porosidade de uma camisinha não é o suficiente boa para evitar que se passe uma quantidade mortífera do vírus da AIDS, portanto não é um ato inteligente fazer sexo com camisinha, pois você correria um sério e grande risco de pegar o vírus da AIDS. Como todos racionalmente concordam em termos de sexo a melhor forma de se evitar o vírus do HIV é a Abstinência, castidade e fidelidade no matrimônio, que para sociedade atual essas virtudes parecem não ser mais exemplares para os jovens e a própria sociedade.
Em Resumo, não poderíamos acreditar nesse “sexo seguro”, pois este não existe, o único jeito de um indivíduo não contrair alguma DST é ter uma castidade e abstinência. Não existe nem um nexo querer acabar com uma doença como o resfriado, por exemplo, incentivando as pessoas tossirem umas nas outras e depois falando para elas usarem remédios que não são 100% eficazes, sendo assim, a doença não pararia de crescer. O que teria nexo seria incentivar as pessoas não tossir em outras pessoas falando para elas que isso seria falta de educação. É o que deveríamos fazer em relação a AIDS, se incentivar o sexo fora de hora para a sociedade e esse ser transmissor de doenças e depois dar uma forma de prevenção que estimula o ato sexual que não é 100% seguro, a mesma, irá propagar mais ainda a doença. Se a AIDS é transmitida na maioria das vezes pelo sexo, na lógica se não incentivarmos o sexo como outrora a doença não vai ter como se espalhar.
Todavia, em uma sociedade que se auto-intitula moderna, e que a mesma estimula o sexo sendo o propagador de doenças, e por ironia ela para acabar com esta doença estimula oque a propaga com o “sexo seguro” e com métodos não são totalmente eficazes, esta sociedade por não impor limites em matéria de sexo, por si só ela se auto destrói. Por isso eu sou contra o uso de preservativos e não acredito no mito do “sexo seguro”.

Pesquisas recentes:

"O Papa está certo", diz autoridade mundial no combate à AIDS 25 de março de 2009*Página do Dr. Edward Green, no site da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos(www.news.harvard.edu/gazette/2004/12.16/30-mm.html), (http://ksgwww.harvard.edu/m-rcbg/hiv-aids/Durban/ workplacehivprograms_fhi.pdf - 590.1KB – Government)

“Eu sou um liberal nas questões sociais e isso é difícil de admitir, mas o Papa está realmente certo. A maior evidência que mostramos é que camisinhas não funcionam como uma intervenção significativa para reduzir os índices de infecção por HIV na África.” Esta é a afirmação do médico e antropólogo Edward Green, uma das maiores autoridades mundiais no estudo das formas de combate à expansão da AIDS. Ele é diretor do Projeto de Investigação e Prevenção da AIDS (APRP, na sigla em inglês), do Centro de Estudos sobre População e Desenvolvimento da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Uma das instituições educacionais mais prestigiadas do planeta. Na terça-feira, 17 de março, em entrevista concedida a jornalistas no avião papal rumo à África, Bento XVI afirmou que a AIDS não vai ser controlada somente com a distribuição de preservativos. Para o Pontífice, a solução é "humanizar a sexualidade com novos modos de comportamento". Por estas declarações, o Papa foi alvo de críticas. Dr. Edward Green, com 30 anos de experiência na luta contra a AIDS, tratou do assunto no site National Review Online (NRO) e foi entrevistado no Ilsuodiario.net.
O estudioso aponta que a contaminação por HIV está em declínio em oito ou nove países africanos. E diz que em todos estes casos, as pessoas estão diminuindo a quantidade de parceiros sexuais. "Abstinência entre jovens é também um fator, obviamente. Se as pessoas começam a fazer sexo na idade adulta, elas terminam por ter menor número de parceiros durante a vida e diminuem as chances de infecção por HIV", explica.

As palavras de Green e, portanto as palavras do Santo Papa remetem a obviedade sobre o contágio e a enfermidade do HIV. Sem embaraço porta vozes de governos como da Alemanha, França e Espanha criticaram a posição da Igreja e as palavras do Papa Bento XIV.
Green também aponta que quando alguém usa uma tecnologia de redução de risco, como os preservativos, corre mais riscos do que aquele que não a usa. O especialista alerta sobre a causa deste fenômeno e fala sobre a causa do mesmo com o conhecido "comportamento promiscuo": "O que nós vemos, de fato, é uma associação entre o crescimento do uso da camisinha e um aumento dos índices de infecção. Não sabemos todas as razões para isto. Em parte, isso pode acontecer por causa do que chamamos 'risco compensação’”.
O médico também afirma que o chamado programa ABC (abstinência, fidelidade e camisinha – somente em último caso), que está em funcionamento em Uganda, mostra-se eficiente para diminuir a contaminação. O governo de Uganda informa que conseguiu reduzir (APORCIMADAMENTE) de 30% para 7% o percentual de contaminação por HIV com uma política de estímulo à abstinência sexual dos solteiros e à fidelidade entre os casados. O uso de camisinhas é defendido somente em último caso. No país, por exemplo, pôsteres incentivam os caminhoneiros - considerado um grupo de risco - a serem fiéis às suas esposas.

Edward Green diz que a campanha dos preservativos provoca uma maior taxa de infecção “encobre a realidade dos interesses multinacionais, agências internacionais e governos”. Edward Green, o maior especialista em AIDS da Universidade de Harvard, afirmou que existe uma relação entre uma maior disponibilidade de preservativos e uma maior taxa de contágios de AIDS. Desta forma o cientista descreve as palavras de Bento XVI no avião que o levou aos Camarões que "afirmou a postura da Igreja de que o problema da AIDS não pode ser resolvido simplesmente com a distribuição de preservativos: ao contrário existe o risco de aumentar o problema". Em uma entrevista ao "El National Review Online", Green que não se declara católico e nem contrário ao preservativo afirma: "O Papa tem razão". Nossos melhores estudos mostram uma relação consistente entre uma maior disponibilidade de preservativos e uma maior (não menor) taxa de contágios de Aids. Deste jeito o cientista, diretor do "Projeto de Investigação de Prevenção da AIDS" de Harvard, tem constatado que "as evidencias que temos apoiam seus comentários (do Papa). Não podemos associar um maior uso de preservativos com uma menor taxa de AIDS". Edward Green é um antropólogo com mas de 30 anos de experiência em países em desenvolvimento, investigação, comunicação e mudança de comportamento e educação para a saúde. Sua experiência inclusive em AIDS e DST, planejamento familiar, atenção primordial a saúde materna e saúde infantil e os programas de câncer. Tem publicado cinco livros e é autor de mais de 250 estudos e informações técnicas. Em pouco tempo publicará "Aids e ideologia" onde denuncia como a industria recebe milhões de dólares para a promoção e uso de preservativos, medicamentos e tratamentos de AIDS e onde afirma que a mudança de comportamento é a solução.

O Centro de Controle de Doenças de Atlanta (EEUU), o que mais informações possuem na luta contra a AIDS, reconhece que “uso dos preservativos em cada ato sexual pode reduzir, mas não eliminar, o risco de doenças de transmissão sexual” e acrescenta: “a abstinência e a relação sexual com um parceiro (a) mutuamente fiel e não infectado (a) são as únicas estratégias preventivas totalmente eficazes”.

O Dr. Willian Blattner, diretor do Departamento de Epidemiologia Viral de Bethesda, E.E.U.U.; na Reunião internacional em Roma, em 13-15/X/1989, disse: “favorecer o uso de preservativos se revelaria um erro, porque só aumentam os comportamentos arriscados, exatamente como pôr seringas a disposição de toxicodependentes”.
Da mesma forma o Dr. Aquilino Polino, catedrático de Psiquiatria, em Ver. Palabra, Madrid, IV/90, p. 33, afirma:
“Tenho tratado a muitos pacientes que padecem de AIDS, que haviam utilizado preservativos. Provavelmente, se não os tivessem usado não teriam essas relações sexuais e agora não teriam AIDS”.

Vale lembrar que os poros da camisinha são de aproximadamente 50 a 500 vezes maiores que o vírus (Rubber Chemistry & Technology, washington, D.C., julho de 1992.).

Mais uma vez deve se ressaltar a pesquisa da Doutora Susan C. Weller, da Escola Médica de Galveston, Universidade do Texas, depois de 11 estudos sobre a efetividade do preservativo, encontrou uma falha de 31% na proteção contra a transmissão da AIDS. Diz ela: “Estes resultados indicam que os usuários do preservativo terão cerca de um terço de chance de se infectar em relação aos indivíduos praticando ‘sexo desprotegido’ (...). O Público em geral não pode entender a diferença entre ‘os preservativos podem reduzir o risco’ de que ‘os preservativos impedirão’ a transmissão do HIV. Presta desserviço à população quem estimula a crença de que a camisinha evitará a transmissão sexual do HIV. O condom não elimina o risco da transmissão sexual; na verdade só pode diminuir um tanto o risco (02)”. A Doutora C. Weller mostra com poucas palavras que o condom não vai ajudar a população.
Papa tem razão: Aids não se detém com o preservativo”Entrevista com os doutores Renzo Puccetti e Cesare Cavoni.
Por Antonio Gaspari.
ROMA, quarta-feira, 7 de outubro de 2009 (ZENIT.org). - Suscitaram polêmica as declarações do cardeal de Gana, Peter Kodwo Appiah Turkson, a respeito do uso do preservativo entre um casal no qual um dos dois tem Aids.Respondendo às perguntas de um jornalista, o relator geral do Sínodo dos Bispos para a África explicou que é mais eficaz investir em fármacos antirretrovirais que em preservativos para conter a propagação da Aids.
A resposta reabriu o debate sobre o uso dos preservativos como técnica para combater a expansão do HIV.
Sobre a questão já se havia expressado o Papa Bento XVI e se desencadeou uma tormenta nos meios de comunicação.
Para tentar compreender quais são os argumentos que subjazem ao debate e que parecem implicar tantos interesses, ZENIT entrevistou os doutores Renzo Puccetti e Cesare Cavoni, o primeiro médico e o outro professor de Bioética e jornalista de Sat2000, condutor do programa “2030 entre ciência e consciência”, que acabam de entregar ao editor o livro em italiano Il Papa ha ragione! L’Aids non se ferma con il condom (Fede Cultura).
– O que pensam das declarações do cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson com respeito ao uso de preservativo?
– Puccetti: "Ao ler os jornais, fiquei surpreso, mas logo li a transcrição da intervenção do cardeal e então compreendi que se tratava de mais um caso de distorção da mensagem. O cardeal, em primeiro lugar, não se deteve em uma avaliação moral da questão; ao mesmo tempo, através de suas declarações, não se afastou para nada do constante ensinamento moral da Igreja.
O cardeal reconhece, como é lógico, que junto aos fármacos antirretrovirais, o uso do preservativo se opõe à propagação da Aids nos casos em que não se recorre à abstinência e à fidelidade. Está-se falando portanto de tudo que teoricamente pode ser utilizado.
O cardeal fala da experiência dos centros de saúde de Gana e da Igreja Católica, segundo os quais nas famílias nas quais se propôs o preservativo, este funcionou só se estavam decididas a manter a fidelidade. O cardeal recordou que, também no caso de pessoas sorodiscordantes, o recurso ao preservativo é fonte de uma falsa segurança, agravada pelo fato de confiar em uma manufatura. Quando o presidente de Uganda deu luz verde à estratégia ABC (Abstinence, Be faithful, Condom) que se revelou muito eficaz em combater a epidemia da Aids e que logo foi tomada como modelo com igual êxito em outros países africanos, dizia coisas bastante similares ao que disse o cardeal: a vida não pode ser colocada em jogo confiando-a a uma fina capa de látex".
– Mas o preservativo serve ou não para deter a Aids?
-Puccetti: "Não é fácil responder de forma taxativa, mas se tenho que dizer se o preservativo serve para deter a Aids nas epidemias generalizadas, a resposta que posso dar segundo o corpo de conhecimentos científicos disponíveis é “não”.
Para que pudesse funcionar, o homem deveria ser não muito diferente que um rato em uma jaula à qual antes de cada cópula alguém dosa o preservativo. Nesse caso, o preservativo poderia ser útil.
Mas como o homem não é um rato, não vive em jaulas e não há profissionais dispostos a dosar-lhe o preservativo, não há que surpreender-se de que a eficácia teórica não aconteça na vida real".
– Por que decidiram escrever um livro sobre este tema?
– Cavoni: "Este livro nasce de uma triste constatação, a de que com frequência a informação fala de fatos que não conhece e, também, os deforma. É o que aconteceu durante a primeira visita do Papa à África em março deste ano.
O livro nasce desta tristeza e, também, da raiva de ver pisoteados os princípios fundamentais de uma correta informação. Ao mesmo tempo, parecia-nos necessário dar a conhecer ao público os fatos assim como sucederam e, de algum modo, abrir os olhos da opinião pública, de modo que não tome como ouro fino torpes instrumentalizações, perpetradas por motivos ideológicos, por superficialidades, ou por ambos fatores".
– Quais os argumentos para dizer que o Papa tinha razão?
– Puccetti: "O livro está articulado em duas partes. Na primeira, reconstruiu-se com fidelidade absoluta o trabalho de descrição das declarações do Santo Padre; da leitura do livro se faz sumamente evidente a progressiva distorção da mensagem realizada com adendos, omissões, substituições. Logo, transcrevemos, como fazem vocês com as do cardeal Turkson, as palavras exatas do Papa ao jornalista francês que fez a pergunta sobre o preservativo. Na segunda parte do livro, resumimos o melhor que pudemos o panorama de conhecimento oferecido pela literatura científica internacional enquanto a aplicação clínica da prevenção mediante a promoção do uso do preservativo.
Dedicamos especial atenção aos números, porque consideramos que podem ser uma base de discussão compartilhada à margem da orientação religiosa.
Quando um interlocutor meu se mostra surpreso se declarações de eminentes cientistas confirmam o que diz o Papa, não posso senão deduzir disso o escasso conhecimento dos dados que no curso dos anos se sedimentaram e da amplitude das vozes que, em revistas internacionais como The Lancet ou o British Medical Journal, replicaram aos editoriais daquelas mesmas revistas".
– Por que tanto clamor pelas palavras do Papa e como se produziu a desinformação?
– Cavoni: "Todos os maiores jornais nacionais e internacionais se lançaram, direta ou indiretamente, contra o pontífice, réu de ter dito que os preservativos não resolvem os problemas da África e sim, os agravam. As críticas se acentuaram logo no momento em que chegaram as observações, mais ferozes, por parte de vários expoentes de governos europeus e inclusive a resolução do Parlamento belga que pedia ao Papa que desmentisse o afirmado.
A questão é que quem toma posições tão fortes, se presume que saiba o que disse em verdade o Papa; e ao contrário não foi assim: todos falavam mas pouco haviam escutado. Tanto é assim que, em um segundo momento, muitos cientistas confirmaram os conceitos expressados por Bento XVI.
Temos de pensar que, para muitas pessoas, a primeira e única fonte de informação, ou de simples conhecimento da realidade circundante, está determinada por jornais e telejornais. Está vigente ainda, em suma, o clássico “foi dito no telejornal”, ou o “li no jornal”, e isto para confirmar a veracidade do que se soube.
Os meios de informação adquirem um princípio de autoridade potentíssimo. Se portanto as coisas, os fatos, as notícias apresentadas se baseiam em reconstruções parciais, o leitor receberá em presente uma leitura da realidade deformada, que não corresponde à verdade. Com esta técnica se pode inclusive criar uma realidade virtual paralela à real.
Se eu, devendo informar sobre as palavras do Papa, e comentá-las, não o escuto e não reproduzo corretamente, corro o risco de comentar algo que não se disse ou se disse de modo substancialmente diferente.
O problema das fontes jornalísticas, que devem ser acessíveis, etc, das que se fala tanto nestas semanas, não vale apenas, para as atas públicas das fiscalização, mas para o abc do jornalismo: ser testemunha de tudo o que se dispõe a descrever.
Não estamos falando de uma nebulosa objetividade, de imparcialidade; não, estamos falando do fato de que devo estar presente no cenário do fato que descrevo. E se isto não é possível, visto que no caso específico, não todos os jornalistas podem estar no séquito do pontífice, quando menos me permito voltar a escutar, palavra por palavra, o que de verdade disse o Papa e por que o disse.
Ao contrário, muitos se fiaram do que haviam ouvido dizer, de um primeiro texto, incorreto. O resto é história comum de desinformação".



Respondendo possíveis questionamentos:

The Wall Street Journal, em 14 de outubro 2006, declarou que 25% dos doentes de AIDS no mundo são atendidos por instituições católicas. E, igualmente, afirmou que os estudos científicos – um deles a cargo do Serviço de Saúde dos Estados Unidos e outro à responsabilidade da Universidade de Harvard – coincidiam em alertar sobre os decepcionantes resultados da prevenção da AIDS baseados no preservativo.
Menciona-se o caso de Uganda que em 1991 contava com uma taxa de infecção de 30%, enquanto que no ano de 2002 tinha descido aos 7%, em virtude de uma política sanitária centrada na fidelidade e na abstinência, não no preservativo, (à diferença de Botsuana e Zimbábue que ainda ocupam os primeiros lugares nos contágios).
Com base nesses dados o Presidente Bush disse aos participantes do Encontro Internacional sobre Abstinência em Miami 26-28 de julho de 2001: “A abstinência é a única maneira eficaz e infalível de eliminar o risco de infecção por HIV, doença de transmissão sexual e gravidez indesejada. A abstinência não somente quer dizer não, implica em dizer sim a um futuro mais saudável e feliz. A abstinência é 100% segura, 100% eficaz e em 100% do tempo”.
Segundo informe das Nações Unidas, publicado no dia 23 de junho de 2002, o esforço massivo da ONU para prover o mundo de preservativos, com o intento de frear a expansão do HIV/AIDS, fracassou. Depois de exaustiva análise dos dados dos países em desenvolvimento em todo o mundo, a Divisão de População do Departamento da ONU para Assuntos Econômicos e Sociais chegou a conclusão de que a disponibilidade atual dos preservativos não alterou significativamente a conduta sexual. (Nova York, 28 de junho de 2002 (ZENIT.org)).





Como solucionar o problema?



Como disse o próprio Luc Montagnier, o descobridor da AIDS, não podemos ter a promiscuidade para que não se possa espalhar a doença. Porém atualmente, mais que nunca, o sexo é patrocinado. Isto é uma fagulha que pode e vai estourar o barriu de pólvora, por enquanto, a fagulha só ascendeu a metade do caminho de pólvora que leva até o barriu de pólvora, mas se continuarmos como estamos o patrocinando com os preservativos este barriu vai estourar e muitos vão com ele!
Não podemos dar uma solução, fácil, rápida, incomoda, inócua e irresponsável para um problema difícil como a AIDS. O problema é muito grave e muito difícil para ser tratado assim: “Tome e se vire!”, nós não podemos dar uma resposta à sociedade deste jeito! Estamos dando a vara à linha e o anzol para uma pessoa, mas não estamos nem aí se ele sabe ou quer pescar.
A maioria das pessoas por sua falta de conhecimentos ou por pura e uma covarde vontade de impor a dita “liberdade ilimitada e a inversão de valores” desconhecem ou pior, ignoram e querem rebater os fatos. Porém, contra fatos, não existem argumentos.
A onde está à preocupação com o próximo? A onde está à solidariedade? Onde está a verdade? Onde está o humanismo? Onde está a razão? Onde está a ética? Onde está a moral? Onde estão os valores de outrora? Onde está o juízo? Onde está a família? A onde está o bom-senso? A onde? Estes, meus caros, se perderam com os anos 60,70 e 80..., estes se perderam com a revolução sexual e a transgressão e inversão de valores.
Mas como solucionamos o problema que começou no séc. XX? Simples! Voltemos antes do séc. XX! Não é impossível, vivermos com os valores sexuais parecidos com os do séc. XIX e antes deste. Não é que tenhamos que voutar há este século culturalmente, isto é imposível, mas voltar a ter uma moral mais concervadora ou até mehor, mais informativa, do que o séc. XIX, o problema vai ser minorizado, a AIDs não é brincadeira não, é um retrovíros ela se modifica com o tempo, por isso que não existe cura. Ter uma sociedade que endeusa o sexo, com uma proteção que não protege 100%, vamos presenciar uma pandemia maior e pior do que a Gripe Espanhola.
Oque não existia em larga escala (se comparamos com atualmente) no séc. XIX em termos de sexualidade? Não seria a tão falada “liberdade” em excesso? Não seria a falte de propagandas sexuais? Não seria a falta de perversão ou pornografia? Não seria a falta de promiscuidade?
Seria simples e elementar acabar com a AIDS, se o mundo não endeusasse o sexo! Por exemplo: hoje se você andar na rua, você vê sexo nela em um cartaz na parede, por exemplo... Ou quando você vai ver televisão e parece que é obrigado a ver pornografia, mesmo que não se apareça às partes íntimas dos corpos, aparecem os barulhos e posições sexuais.
Mas como impedir o âmbito sexual das pessoas? Como impedir o âmbito sexual dos adolescentes que estão com os hormônios a flor da pele? É só a família educar descentemente os seus filhos, é só a sociedade proibir esse abuso do sexo. O sexo é uma coisa pessoal que serve somente para reproduzir e aumentar e ajudar o relacionamento no casamento, ele só serve para isso e nada mais! É muito melhor para a humanidade, como um todo, isso ser feito, e aqueles que são contra e estes métodos ortodoxos, se negam a ver a verdade, pois como já foi dito aqui muitas vezes o único país que teve êxito na África fora Uganda, e este não utiliza do sexo para combater uma doença que vem dele! Uganda é um país conservador que com métodos conservadores, e não com métodos liberais, acabou com a AIDS quase por completo!
Algumas pessoas poderiam questionar: “ah segurar a carne é tão difícil que é impossível”, estes que argumentam isto até se inferiorizam aos demais para defender seus costumes liberais, pois para o homem, isto não é impossível! Aquele a quem vos escreve nunca se masturbou e nem fez sexo! Como? Simplesmente ficou longe (graças a minha família e minha religião) destas perversões. Embora haja momentos de franqueza nunca se deve ficar em locais aonde a perversão se instala. Muitos, porém, querem argumentar que é impossível para os adolescentes, ficarem longe do sexo, mas eles entram em verias contradições, pois outrora, quando o Brasil e o Mundo seguiam os seus valores em muda-los, a minoria da minoria se masturbava e muito menos fazia sexo antes do casamento.
Hoje, só fazem tais coisas banais, porque a promiscuidade se instalara na cultura da sociedade.
Basta retirar a cultura sexual exagerada que temos hoje e este problema se dissolve sonsinho. Basta ver Uganda.
Porque em alguns países as campanhas de abstinência sexual não deram certo e em Uganda deu espantosamente certo? Ora, Uganda é conservador, já países que tentaram a abstinência sem incentivar a proibiçaõ (moral, não judicial) da exibição de corpos nas ruas (mulheres de roupa apertada, decotes, saias curtas, saias baixas e etc...) tiveram pouco ou nem um êxito nas campanhas de abstinência. Uma coisa completa a outra. Sem esse controle, poderemos ter sérios problemas no futuro, além disso, você se, sair na rua, e ir a uma farmácia, já vê corpos seminus, se você sair de carro na estrada, você vê mulheres de roupas de baixo e homens do mesmo estado, com tanta tentação e influencia do sexo nas ruas, não é surpresa as pessoas dizerem que é praticamente impossível não fazer tal ato.
As pessoas não deveriam pensar em liberdade de opinião, pois isto não é opcional, é um fato concreto, se as pessoas não começarem a seguir uma certa moral e deichar esta imoralidade atual, só vamos piorar a cituação já critica. É muito notório que todos os países que derramam camisinhas nas ruas, abaicharam o número de mortes, porém o número de contaminações só aumenta, a África do Sul é um exemplo deste erro. Uganda, não proibiu isto, só colocou uma educação conservadora nas escolas e na sociedade, não devemos impor uma prática diretamente e rápido em uma sociedade, se não ela fica enferma, por exemplo, Uganda não proíbe a venda de camisinhas, mas dichou de patrocinar tal coisa, Uganda não proibiu a venda de anti-concepcionais, mas deichou de incentivar isso e começou a incentivar a abstinência sexual até o casamento, e a fidelidade conjugal.




Fontes de pesquisa: http://www.cleofas.com.br/ , o livro do Prof. Felipe Aquino “Não vos conformei com esse mundo”, e os sites: ACI Digital e Zent.org.

Coroação se S. Luís.

Coroação se S. Luís.

Sagração de S. Luís IX, na Catedral de Reims.

Sagração de S. Luís IX, na Catedral de Reims.